Já se despede o mês da delicadeza.
Foram dias de semeadura intensa no meu pomar. Dias e noites com as sementes nas mãos, nos olhos, no querer.
Que faça a chuva necessária para fazer brotar os frutos que tenho almejado. E que sejam doces como um despertar de orvalho e sol, como os de maio.