Mãe... Hoje acordei com a sua voz na minha memória...sua voz doce, seu rosto sereno me olhando e me dizendo... "Vá, minha filha!".... Era assim que você dizia quando queria me incentivar a algo... E que vontade eu tive de tirar essa cena do espaço restrito e impalpável da memória..
Eu olhei os arredores, esquadrinhei todos os lados dessa lembrança tentando encontrar uma saída para o plano do real, mas...
Eu estou ainda tentando entender como serão todos os meus dias sem você, minha mãe. Ainda estou me perguntando por que você teve que ir assim tão logo, tão rapidamente... Nós tínhamos tantos planos... A vida foi muito injusta com você!... não era pra ser assim... Eu não aceito!!!
Perdão, Deus, se isso for pecado. Me ajude a entender por que foi dessa forma! Eu sei que tenho que seguir...mas eu não tenho forças!... Eu não tenho forças!...
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domingo, novembro 23
quinta-feira, novembro 20
Vontade não me falta, mas sou tão analfabeta em tecnologias que nem sei organizar um blog!
Ando sufocada com um grito, um gemido que vem do mais profundo da alma; parece que passa pelas artérias e me toma por completo. Um grito de dor, de revolta, de súplica, de desencantamento que... se ao menos eu fosse capaz de vertê-lo em palavras! se eu tivesse a fortuna dos que sabem dizer-se, livrando-se, ainda que temporariamente, dos seus tormentos... Mas eu também não sirvo pra isso. Não sei fazer nada! Faço tudo errado! Não sei pra quê me serve a vida...
sábado, junho 7
segunda-feira, maio 21
Chover: verbo abundante
Chove.
Torrentes de água invadem a casa e destroem toda a decoração.
Chove.
Desfazem-se as nuvens... que um dia foram de algodão.
sexta-feira, maio 18
Tempo
E os dias escapam. Como são fugidios os dias. E se faz noite sem antes a aurora; e se faz sábado e se faz meia-noite e dezembro se faz num piscar d’olhos. Mas a primavera nunca chega
domingo, janeiro 1
...2012!!!
2012...
O amanhecer de hoje é diferente dos outros do resto do ano. Novo dia, nova semana, novo mês, ano novo. Tudo respira novidade. E a esperança brilha nos olhos e reflete-se nos abraços e desejos de bondade. A vontade de mudar é mais forte; a coragem pra lutar ganha mais vigor dentro de nós. Que bom seria se não deixássemos perder-se, em meio ao cansaço dos "dias comuns", esse sentimento de renovação; se levássemos ao longo dos outros 364 (ou 365) dias um tanto da luz e da determinação que trazemos nos olhos no amanhecer desse dia singular.
Que nesses 366 dias não nos falte o que for necessário para seguir acreditando que viver vale a pena e que a felicidade até existe.
Que seja doce!
O amanhecer de hoje é diferente dos outros do resto do ano. Novo dia, nova semana, novo mês, ano novo. Tudo respira novidade. E a esperança brilha nos olhos e reflete-se nos abraços e desejos de bondade. A vontade de mudar é mais forte; a coragem pra lutar ganha mais vigor dentro de nós. Que bom seria se não deixássemos perder-se, em meio ao cansaço dos "dias comuns", esse sentimento de renovação; se levássemos ao longo dos outros 364 (ou 365) dias um tanto da luz e da determinação que trazemos nos olhos no amanhecer desse dia singular.
Que nesses 366 dias não nos falte o que for necessário para seguir acreditando que viver vale a pena e que a felicidade até existe.
Que seja doce!
sexta-feira, dezembro 16
Clube da Esquina II
... mas o sol sempre vem depois. Pois sonhos não envelhecem...
Porque se chamava moço
Também se chamava estrada
Viagem de ventania
Nem lembra se olhou pra trás
Ao primeiro passo, aço, aço....
Porque se chamava homem
Também se chamavam sonhos
E sonhos não envelhecem
Em meio a tantos gases
lacrimogênios
Ficam calmos, calmos, calmos
E lá se vai mais um dia
E basta contar compasso
e basta contar consigo
Que a chama não tem pavio
De tudo se faz canção
E o coração
Na curva de um rio, rio...
E lá se vai mais um dia
E o Rio de asfalto e gente
Entorna pelas ladeiras
Entope o meio fio
Esquina mais de um milhão
Quero ver então a gente,
gente, gente...
Flávio Venturini
Porque se chamava moço
Também se chamava estrada
Viagem de ventania
Nem lembra se olhou pra trás
Ao primeiro passo, aço, aço....
Porque se chamava homem
Também se chamavam sonhos
E sonhos não envelhecem
Em meio a tantos gases
lacrimogênios
Ficam calmos, calmos, calmos
E lá se vai mais um dia
E basta contar compasso
e basta contar consigo
Que a chama não tem pavio
De tudo se faz canção
E o coração
Na curva de um rio, rio...
E lá se vai mais um dia
E o Rio de asfalto e gente
Entorna pelas ladeiras
Entope o meio fio
Esquina mais de um milhão
Quero ver então a gente,
gente, gente...
Flávio Venturini
Pra Lembrar De Nós
Essa música tem cara de inverno. Por que então postar uma canção com esse perfil dias antes do início do verão???
...
O meu coração tá deserto
Sem você por perto
Eu fico assim
Se em cada porto
Eu te espero
Esperança doce
Que mora em mim
Quisera te dizer
O quanto eu sofri
Todo esse tempo
Vou buscar o meu amor
Eu vou correndo
Se eu puder tocar o céu
Alcançar o fim do mar
Gaivota me levar
Entre as nuvens e o sol
Ver nascer um dia bom
Feito pra lembrar de nós
Oceano a separar
Vidas que ficaram tão sós
Eu só quero andar
Do teu lado
Dia claro, riso solto no ar
E ser mais que o teu namorado
Vida que vai longe
A nos levar
No som dessa canção
Você vai escutar
O meu lamento
Onde está o meu amor
Nesse silêncio
Se eu puder tocar o céu...
Flávio Venturini
...
O meu coração tá deserto
Sem você por perto
Eu fico assim
Se em cada porto
Eu te espero
Esperança doce
Que mora em mim
Quisera te dizer
O quanto eu sofri
Todo esse tempo
Vou buscar o meu amor
Eu vou correndo
Se eu puder tocar o céu
Alcançar o fim do mar
Gaivota me levar
Entre as nuvens e o sol
Ver nascer um dia bom
Feito pra lembrar de nós
Oceano a separar
Vidas que ficaram tão sós
Eu só quero andar
Do teu lado
Dia claro, riso solto no ar
E ser mais que o teu namorado
Vida que vai longe
A nos levar
No som dessa canção
Você vai escutar
O meu lamento
Onde está o meu amor
Nesse silêncio
Se eu puder tocar o céu...
Flávio Venturini
segunda-feira, outubro 3
Creio
Tive a felicidade de pôr os olhos nesse texto hoje. Achei-o apaixonante. Compartilho. Bjs
CREIO que a função principal da escola é a de desenvolver ao máximo a competência da leitura e da escrita em seus alunos.
CREIO na leitura, porque ler é conhecer - o que aumenta consideravelmente o leque de entendimento, de opção e de decisão das pessoas em geral.
CREIO na leitura como uma reação ao texto, levando o leitor a concordar e a discordar, a decidir sobre a veracidade ou a distorção dos fatos, desmantelando estratégias verbais e fazendo a crítica dos discursos - atitudes essenciais ao estado de vigilância e lucidez de qualquer cidadão.
CREIO na escrita como instrumento de luta pessoal e social, com que o cidadão adquire um novo conceito de ação na sociedade.
CREIO que, quando as pessoas não sabem ler e escrever adequadamente, surgem homens decididos a LER e ESCREVER por elas e para elas.
CREIO que nossas possibilidades de progresso são determinadas e limitadas por nossa competência em leitura e escrita.
CREIO, por isso, que a linguagem constitui a ponte ou o arame farpado mais poderoso para dar passagem ou bloquear o acesso ao poder.
CREIO que o homem é um ser de linguagem, um animal semiológico, com capacidade inata para aprender e dominar sistemas de comunicação.
CREIO, assim, que a linguagem é um DOM, mas um DOM de TODOS, pois o poder de linguagem é apanágio da espécie humana.
CREIO que o educando pode crescer, desenvolver-se e firmar-se lingüisticamente, liberando seus poderes de linguagem, através da simples exposição a bons textos.
CREIO, por isso, em M. Quintana, que afirmou: "Aprendi a escrever lendo, da mesma forma que se aprende a falar ouvindo, naturalmente."
CREIO, pois, no aluno que se ensina, no aluno como um auto/mestre, num processo de auto-ensino.
CREIO que o ato de escrever é, primeiro e antes de tudo, fruto do desejo de nos multiplicarmos, de nos transcendermos, e mesmo de nos imortalizarmos através de nossas palavras.
CREIO, juntamente com quem escreveu aos coríntios, que a um o Espírito dá a palavra de sabedoria; a outro, a palavra de ciência segundo o mesmo Espírito; a outro, o mesmo Espírito dá a fé; a outro, ainda, o único e mesmo Espírito concede o dom das curas; a outro o poder de fazer milagres; a outro, a profecia; a outro, ainda, o dom de as interpretar.
CREIO que a ti te foi dado o poder da PALAVRA.
CREIO, por isso, na tua paixão pela palavra. Para anunciar esperanças. Para denunciar injustiças. Para in(en)formar o mundo com a-vida-toda-linguagem.
PORTANTO, vem! Levanta tua voz em meio às desfigurações da existência, da sociedade: tu tens a palavra. A tua palavra. Tua voz. E tua vez.
Gilberto Scarton
CREIO que a função principal da escola é a de desenvolver ao máximo a competência da leitura e da escrita em seus alunos.
CREIO na leitura, porque ler é conhecer - o que aumenta consideravelmente o leque de entendimento, de opção e de decisão das pessoas em geral.
CREIO na leitura como uma reação ao texto, levando o leitor a concordar e a discordar, a decidir sobre a veracidade ou a distorção dos fatos, desmantelando estratégias verbais e fazendo a crítica dos discursos - atitudes essenciais ao estado de vigilância e lucidez de qualquer cidadão.
CREIO na escrita como instrumento de luta pessoal e social, com que o cidadão adquire um novo conceito de ação na sociedade.
CREIO que, quando as pessoas não sabem ler e escrever adequadamente, surgem homens decididos a LER e ESCREVER por elas e para elas.
CREIO que nossas possibilidades de progresso são determinadas e limitadas por nossa competência em leitura e escrita.
CREIO, por isso, que a linguagem constitui a ponte ou o arame farpado mais poderoso para dar passagem ou bloquear o acesso ao poder.
CREIO que o homem é um ser de linguagem, um animal semiológico, com capacidade inata para aprender e dominar sistemas de comunicação.
CREIO, assim, que a linguagem é um DOM, mas um DOM de TODOS, pois o poder de linguagem é apanágio da espécie humana.
CREIO que o educando pode crescer, desenvolver-se e firmar-se lingüisticamente, liberando seus poderes de linguagem, através da simples exposição a bons textos.
CREIO, por isso, em M. Quintana, que afirmou: "Aprendi a escrever lendo, da mesma forma que se aprende a falar ouvindo, naturalmente."
CREIO, pois, no aluno que se ensina, no aluno como um auto/mestre, num processo de auto-ensino.
CREIO que o ato de escrever é, primeiro e antes de tudo, fruto do desejo de nos multiplicarmos, de nos transcendermos, e mesmo de nos imortalizarmos através de nossas palavras.
CREIO, juntamente com quem escreveu aos coríntios, que a um o Espírito dá a palavra de sabedoria; a outro, a palavra de ciência segundo o mesmo Espírito; a outro, o mesmo Espírito dá a fé; a outro, ainda, o único e mesmo Espírito concede o dom das curas; a outro o poder de fazer milagres; a outro, a profecia; a outro, ainda, o dom de as interpretar.
CREIO que a ti te foi dado o poder da PALAVRA.
CREIO, por isso, na tua paixão pela palavra. Para anunciar esperanças. Para denunciar injustiças. Para in(en)formar o mundo com a-vida-toda-linguagem.
PORTANTO, vem! Levanta tua voz em meio às desfigurações da existência, da sociedade: tu tens a palavra. A tua palavra. Tua voz. E tua vez.
Gilberto Scarton
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